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sexta-feira, 27 de março de 2015

7 incríveis animais albinos


 O albinismo é uma condição genética em que ocorre uma falha na produção de melanina. Ele é hereditário e pode ser classificado em dois tipos: tirosinase-negativo (quando não há produção de melanina) e tirosinase-positivo (quando há pequena produção de melanina).

Características
A melanina desempenha um papel muito importante, pois é ela que forma uma barreira natural contra as radiações solares. Ela se distribui pelo corpo inteiro, sendo a responsável não só pela cor, como também pela proteção da pele.
 Esta alteração genética na produção de melanina é a responsável pela ausência parcial ou total da pigmentação dos olhos, pele, cabelos e pêlos dos albinos, podendo ocorrer tanto em seres humanos, como também em animais e plantas.

 Num organismo que não possui esta falha genética, a melanina é produzida através de um aminoácido conhecido como tirosina. No caso dos albinos, a tirosinase apresenta-se inativa, consequentemente, não ocorrerá à produção de pigmento.

 A pele do albino é branca, frágil e fotossensível, por esta razão, não deve ser exposta a radiação solar. Nestes indivíduos, a exposição ao sol não produz bronzeamento, ao invés disso, pode causar queimaduras de graus variados. Pessoas com essa falha na pigmentação são mais suscetíveis a desenvolver câncer de pele precocemente.

 Há ainda o albinismo ocular, este, é menos severo do que o albinismo tirosinase negativo, pois, neste caso, a única região afetada é os olhos, que, diante desta falha, apresentarão uma variação na cor da íris.


Fizemos uma compilação de 7 fantásticos portadores dessa condição, veja só:


7 - Serpentes
Serpente
Emma Alvarez Gibson


6 - Tawny Frogmouth
Tawny Frogmouth
Autor desconhecido


5 – Cervos
Família dos cervos
imgur.com


4 – Baleia-jubarte
Baleia Jubarte
imgur.com

3 – Rena
Rena


2 – Zebra
Zebra
Bill Adams

1 - Leoa
Leoa
Chad Cocking




Você é curioso, tem alguma pergunta ou sugestão, entre em contato conosco, clique aqui.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Saiba quem é quem no mundo dos animais


Em algum momento nos pegamos pensando, isso é um sapo ou uma rã? E uma abelha ou vespa? Se você não sabe, fique tranquilo: esse é um problema comum entre todos nós. Com uma fauna rica e gigantesca aí fora, existem animais que até fazem parte da mesma ordem, mas são categorizados como diferentes por influência do seu habitat ou comportamento.
Para você que tem muitas dúvidas esse é o melhor momento para esclarecer, listamos abaixo os exemplos mais populares.
Burro x Mula
É simples: a confusão existe porque as mulas são "parte burro". Elas são o fruto do amor de uma égua com um burro. Por isso, as mulas possuem orelhas mais protuberantes, corpos mais largos e são mais altas. Ou seja, ela possui características mais "equinas" do que o burro, vale lembrar que as mulas são estéreis.

Sapos x Rãs

Mesmo que ambos façam parte da ordem Anura, existem três diferenças básicas entre os dois: rãs possuem a pele "suave", pernas longas e olhos saltados; já os sapos possuem uma pele mais grossa e pernas curtas — e ainda existem as pererecas que, como a maioria de vocês já sabe, são úmidas e costumam ficar grudadas nos galhos de árvores.

Abelha x Vespa

A picada da vespa dói mais. Nunca tente cutucar uma ou várias delas. Elas são muito mais agressivas do que as abelhas. Ponto.
Bom, deixando o comportamento de lado, as vespas possuem menos pelo e são mais finas e compridas. A quantidade de pelos muito maior nas abelhas serve para coletar melhor o pólen.

Tartaruga x Cágado

Tartarugas e cágados são répteis muito confundidos por causa do seu casco e aparência similar. Contudo, eles são diferentes por causa de seu habitat e a maneira como vivem — além de diferenças físicas sutis. As tartarugas, comumente, são encontradas na água e possuem as patas e cascos apropriados para o nado. Já os cágados são bichos parrudos, com cascos fortificados e um corpo mais pesado.

Foca x Leão-marinho

Ambos são fofinhos e têm um rosto amável. Porém, os leões-marinhos são muito maiores, podendo chegar até 300 quilos e três metros de altura, possuindo um comportamento mais agressivo. As focas são bem menores e lidam melhor com a água, sendo boas nadadoras.

Lagarto x Salamandra

Cientificamente, a diferença é que os lagartos são répteis e as salamandras são anfíbios. Por isso, os lagartos são encontrados normalmente em ambientes quentes e secos, e as salamandras ficam próximas da água — o que explica a pele lisa e úmida.

Crocodilo x Jacaré

Os jacarés possuem um focinho mais largo e arredondado do que os crocodilos, que são mais finos (tanto em corpo quanto cabeça) e possuem a mandíbula afunilada. Para deixar mais simples: jacaré tem cabeça em forma de "U", crocodilo de "V".

Lhama x Alpaca

Cuidado, elas cospem! Apesar desse comportamento, ambos os animais são bem fofinhos também. A diferença óbvia destes bichos é o tamanho. As alpacas podem pesar até 80 quilos, enquanto isso, as lhamas adultas chegam aos 180. As lhamas também parecem menos "fofinhas" e têm o pescoço, rosto e orelhas mais longos.

Coelho x Lebre

Ambos são da ordem Lagomorfo, mas as lebres são mais rápidas e maiores que os coelhos, além de as suas orelhas serem bem mais altas. Enquanto elas fogem de predadores com a sua velocidade, os coelhos costumam se esconder em suas tocas.

Golfinho x Boto

As diferenças aqui não se resumem às lendas amazonenses relacionadas aos botos. Os golfinhos, por exemplo, possuem "narizes" menores e curtos, além de dentes em forma de cone. Já os botos possuem bocas longas e proeminentes, além de um corpo mais robusto e uma barbatana menor.


Fonte: MNN

Imagens: Kevin Schafer e ReutersMontagem: MegaCurioso

Bizarro: Na Rússia, as pessoas costumavam colocar sapos no leite


Muitas pessoas não tem muita “afinidade” com sapo, perereca e rãs e se apavora só de pensar no animal. Imagine beber um copo de leite que estava, há minutos atrás, com um anfíbio nadando nele? No mínimo é de causar repulsa e pode parecer mentira, não é? Pois é, na Rússia, esse foi o procedimento para manter o leite bom por um maior período de tempo, sem estragar. Claro! Isso foi antes da refrigeração.

As caixas de gelo começaram a surgir somente a partir do século 19 e prevaleceram até meados de 1930, quando aparecem as primeiras geladeiras elétricas. Porém, apesar da grande quantidade de gelo no país, os russos de algumas pequenas aldeias rurais não tinham acesso a essas caixas. O jeito encontrado para deixar o leite sempre gelado e intocado era jogar um sapo dentro de pequenas porções da bebida.


Pesquisadores da Universidade Estadual de Moscou, liberados pelo químico orgânico Dr. Albert Lebedevacharam interessante esse fato e resolveram investigar. O resultado desse estudo mostra que, apesar de nojento, essa técnica talvez possa trazer algum benefício para as pessoas que beberem esse leite.

Autor desconhecido / Google imagens


Um antibiótico poderoso

Em 2010, alguns cientistas da Universidade dos Emirados Árabes anunciaram que a pele de algumas rãs soltavam uma secreção com poderosas propriedades antibacterianas e antifúngicas. Também estudaram os compostos provenientes de alguns sapos, conhecidos como peptídeos antimicrobianos.

Foi constatado, que uma temida infecção bacteriana resistente a drogas que é conhecida por aparecer em soldados feridos no Iraque pode ser combatida por um componente encontrado na pele de um sapo nativo da América do Norte. Secreções de outro sapo pode ter o potencial de combater infecção de pele por estafilococos.

Tudo isso serviu de base para que a Universidade Estadual de Moscou fizesse os seus experimentos. Eles tentaram buscar algum benefício real sobre o fato de colocar sapos no leite. O professor de farmacologia da Faculdade de Medicina da Universidade John Hopkins afirmou: “Há substâncias naturais que trabalham muito bem em laboratório, mas que podem ser totalmente inativas ou tóxicas quando dadas para um ser humano.”.

O que você achou? Teria coragem de experimentar? Deixe seu comentário!



O significado das colorações nas fezes


Talvez você nem sequer preste atenção, mas, cá entre nós, deveria ficar atento às suas fezes e urina. Afinal, tudo aquilo que é expelido pelos rins e intestinos pode revelar informações importantes sobre nossos hábitos alimentares e, sobretudo, a quantas anda a nossa saúde.

Reprodução / Revista Viva Saúde


Vamos conferir as condições escatologicamente científicas sobre as cores do seu cocô e descobrir se você está saudável ou não? Vamos aos quesitos abaixo.

Tons de cinza

Normalmente, o cocô é marrom por causa do da presença de estercobilina. No entanto, a falta dessa substância pode dar cara de argila ao produto de sua evacuação, sendo que isso pode significar que você está com algum problema no fígado, em seu pâncreas ou na vesícula biliar.

Cor amarela

Cocô amarelo é sinal de alerta. Essa coloração sinaliza que a gordura que o corpo deveria absorver, está sendo descartada pelo organismo. Em outras palavras, seu sistema digestivo está sendo sobrecarregado por uma DIETA muito gordurosa e, por conseguinte, nada saudável. Além disso, o cheiro que fica no banheiro também deve ser muito pior do que o normal.

Cor vermelha

A principal causa de fezes avermelhadas é o consumo de alimentos dessa tonalidade, com destaque para a beterraba. No entanto, essa deve ser a cor mais perigosa que o seu cocô pode apresentar. Fezes continuamente rubras (sem a ingestão daqueles alimentos) é sinal de que seu tubo digestivo pode estar sangrando, sendo que vermelho vivo pode indicar fissuras anais hemorroidas.

Cor preta

Talvez uma das colorações que é acompanhada dos piores cheiros possíveis é a preta. Fezes dessa cor podem indicar que você está com problemas de digestão, garganta ou mesmo no estômago. Vale dizer que quando você consome bastante vinho, seu excremento também adquire essa feição bastante escura.

Cor verde

Se suas fezes apresentarem uma tonalidade esverdeada, você pode estar infectado por algum tipo de bactéria... Ou isso apenas significa que você é vegetariano e sua alimentação tem sido baseada demasiadamente em vegetais folhosos.

Formato cilíndrico

Apesar de esse ser o formato mais comum (e ideal) para as pessoas, não é sempre que vemos nosso cocô como um tubinho. A característica cilíndrica é proveniente do formato do intestino e a textura (bem como a quantidade de vezes que cada pessoa vai ao banheiro) depende do tipo de nutrientes presentes durante a alimentação.

Bolinhas

Quem tem prisão de ventre (o famoso “intestino preso”) sabe exatamente o que é isso. O fenômeno que atinge em torno de 15% das pessoas indica que o cocô levou mais tempo do que o ideal para chegar até o reto e isso fez com que ele perdesse mais água do que o ideal no caminho. Por essa razão, as fezes ressecadas podem machucar na saída, além de indicar que um acréscimo no consumo de fibras é necessário.

Forma líquida, diarréia ou poça

Essa liquidez da evacuação pode ser causada por bactérias, infecções (ou irritação) no intestino ou por ingestão de alimentos muito pesados com os quais o corpo não está acostumado. Biologicamente, a falta de consistência do material é devida ao impedimento na absorção da água causada por uma agressão à mucosa intestinal.








Mosquito pode transmitir HIV?


Se pararmos para pensar, logicamente, a AIDS é transmitida pelo sangue, se o mosquito pica uma pessoa infectada, e repassa para outro indivíduo, possivelmente ocorreria à transmissão da doença, certo? Mas que bom que não é assim. O mosquito, mesmo sugando sangue de um portador de HIV, precisa permanecer com o vírus vivo dentro de si, até a transferência de um alvo. Mas o mosquito, felizmente, é “incompatível” ao vírus, fazendo com que o organismo trate este como parte do alimento e, no período entre as picadas, é destruído pelo estômago do inseto.
Imagem: University of Washington
Mesmo assim, se houvesse a possibilidade de sobreviver, o vírus da AIDS se mantém no sangue numa mínima concentração, logo, na quantidade de sangue que um mosquito suga, e pela inviabilidade do vírus no sangue não fresco (período de digestão), seriam nulas as chances para contaminação. Não haveria partículas virais suficientes para tal. Estudos comprovam que seriam necessárias milhões de picadas de mosquitos contendo sangue contaminado para infectar alguém dessa maneira.
O mosquito possui um aparelho bucal complexo (probóscide), onde há duas vias: Uma passagem para regurgitar a saliva e outra para sugar o sangue. Ao contrário da febre amarela e da malária, que podem ser transmitidas pela saliva, o HIV não sobrevive no mosquito tempo suficiente para chegar às glândulas salivares dos mesmos.
Assim, com base em estudos científicos e de probabilidade, conclui-se que, a transmissão do HIV por insetos hematófagos é praticamente inexistente.
Vale ressaltar, que pessoas portadoras de HIV, com ou sem sintomas da doença, não precisam ficar isoladas. O HIV só será transmitido se houver contato direto com o sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno infectado.


domingo, 15 de março de 2015

Quanto menor, melhor? Por: John Cogan (Fotografo)


“Vendo a natureza através de uma lente macro, traz novas ideias e perspectivas que falta em nossas vidas diárias. As fotos que eu gosto de fotografar são menor escala, insetos ou plantas. Eu prefiro as imagens com um monte de cor  e tento trazer isso através dos fundos com o uso do composto. O comportamento dos insetos também é do meu interesse, eu percebo que as moscas, aranhas e outros insetos não são algo que todos iriam gostar de olhar, assim eu fotografo algo que eu acho interessante ou com uma beleza escondida e depois compartilho”.

A Fotografia MACRO é a fotografia de pequenos seres e/ou objetos ou detalhes que normalmente passam despercebidos no nosso dia-a-dia; são fotografados em seu tamanho natural ou levemente aumentados através de aproximação da câmera ou fazendo uso de acessórios destinados a este tipo de fotografia; as macros fotografias são exibidas em tamanho bastante ampliado para maior impacto visual.



Veja mais emprime.500px.com | Fonte: BoredPanda e Wikipédia


Mosca com gotículas de água

Gotas

Formiga próxima de uma gotícula de água

Explosão

Aranha saltadora


Formiga com muitas gotículas em seu corpo

Aranha saltadora


Aranha de salto

Gotículas sobre uma pétala (em destaque)

Aranha saltadora

Mariposa

Borboleta

Mosca com várias gotículas de água em seu corpo.

Borboleta de perto

Borboleta de algum tipo fotografado em cerca de 4x o tamanho natural. Estava sentado em uma alimentação flor e é coberto por um pouco de pólen.

Inseto

Mosca

Uma bolha de néctar foi soprado por esta pequena mosca.

Mosca